sábado, 22 de março de 2008

Comunicação (20-03-08)


- Fatores críticos para o sucesso da Comunicação.
1. A comunicação humana depende da experiência em comum (do receptor e emissor).
2. A comunicação humana depende da significação em comum (da mensagem).

3. A comunicação humana depende da atenção à mensagem (entendimento).

- A importância da Comunicação Humana.
conceito de comunicação: quando queremos repasar nossas idéias, pensamentos, opiniões, sentimentos.
linguagem: expressar o que penso, sinto através da fala, gestos e escrita.

- Significados e Significantes
Produto Sinérgico-> diminuir custos e aumentar o lucro dentro de empresas.
"Comunicação é um processo de transmitir e receber idéias, impressões e imagens com o objetivo de afetar o comportamento das pessoas".
- A linguagem na Comunicação Humana
*As fases da linguagem:
1. Linguagem do Grito: choro (bebê)
2. Fase da Imitação: onomatopéia (imitação/reprodução de gestos e de sons)
3. Fase Verbal ou da linguagem falada ou escrita: usar as palavras de forma ordenada causando entendimento.
- Sinais, Símbolos e Sentidos
*Sinais: são algumas coisas as quais são atribuidas outras significações além daquelas indicadas pelo seu conteúdo levando esse sinal a si constituir em um símbolo.
* Símbolos: uma determinada coisa têm mais de um significado.
* Sentidos
- A Evolução da Comunicação e sua Função Social:
*Pode ser vista sob dois aspectos:
1. Da evolução das Técnicas e dos meios de comunicação.
2. Da evolução do Processo de comunicação ou do entendimento, que é a sua função social.
- Comunicação na Empresa:
1. Como a comunicação flui numa empresa:
- vertical * Descendente
- horizontal * Ascendente
- lateral * Lateral/Horizontal

terça-feira, 18 de março de 2008

Legislação Tributária (Gabarito das perguntas)


Gabarito

1) Por que Direito Tributário é um ramo do Direito Público?

O que caracteriza uma relação de Direito Público é o fato de o Estado nela figurar na condição de Poder Público, com supremacia. No Direito Tributário essa supremacia pública se materializa através do Princípio da Supremacia do Interesse Público na instituição e exigência de tributos.

2) As relações jurídicas tributárias têm como objeto uma prestação de dar tida como obrigação principal. Justifique.

No Direito Tributário a prestação mais importante é a de dar (dar dinheiro). Seu objetivo principal é regular a prestação de dar, possibilitando ao Estado, legitimidade, obter recursos (dinheiro) dos particulares, para atingir os fins de interesse público descrito na Constituição.

3) A quem cabe editar Leis Tributárias?

O poder de editar leis das quais decorrem as relações tributárias é sempre atribuída pela Constituição Federal. A União, Estados - membros, DF e Municípios.

4) Qual a diferença entre Tributo e multa Tributária?

A única diferença entre tributo e multa tributária é que o primeiro nunca é punição por um ato ilícito e a segunda é sempre penalidade por ato contrário à Legislação Tributária.

5) A quem pertence o Tributo arrecadado pelo Estado?

Tributo é coisa pública, pertence ao povo, à sociedade, não ao agente público, nem a Administração. Portanto, em decorrência do princípio da indisponibilidade de interesse público, nada resta ao agente público, a não ser exigir o tributo, sem possibilidade de, por iniciativa própria, deixa de faze-lo, sob pena de responsabilidade funcional.

Legislação Tributária (Trabalho para P2/entregar dia 25-03-08)


-> Trabalho para ser entregue na proxíma aula dia 25-03-08, em grupo no máximo 4 pessoas!

Perguntas

1) Segundo o Direito Tributário qual a definição de Competência?

2) Defina o que seja Competência Genérica.

3) Quando cabe a chamada Competência Suplementar do Estado?

4) O que acontece quando o Estado legisla através de sua Competêcia Suplementar e logo em seguida sobrevem Lei Federal?

5) O que abrange a Competência Tributária?

legislação Tributária (18-03-08)


Competência Tributária

->Poder conferido pela Constituição Federal as pessoas políticas (Cria Tributos) para editarem Leis que instituam Tributos.

*Competência Concorrente ou Competência Legislativa Genérica.

->Não cria tributos.

Art.24 CF/88 -> Compete a União, aos Estados e ao Distrito Federal legislar concorrentemente sobre:

I - Direito Tributário, Financeiro, Penitenciário, **Econômico e Urbanístico.

**Editar normas acerca do exercício do Poder de Tributar.

Competência Concorrente abrange a Competência Legislativa, ou seja, legislar sobre Direito Tributário.

Cabe a União legislar sobre: normas Gerais

Cabe ao Estado legislar sobre: normas Suplementares.

OBS.: Se não houver Lei Federal, o Estado fica com a competência plena.

Sobrevindo Lei Federal, somente serão válidas as disposições Estaduais que não contrariem as federais recem editadas.

OBS.: Competência Tributária

-> poder de fiscalizar;

-> poder de cobrar;

-> poder de legislar.

DIFERENTE

Capacidade Tributária

-> Apenas fiscaliza e cobra tributos por delegação, sem poder de legislar.

EX.: INSS (INSTITUTO NACIONAL DE SEGURO SOCIAL)

Legislação Tributária (18-03-08)

Direito Tributário

-> Obrigação Principal = prestação de dar

-> Obrigação Acessória = fazer (declaração de IR) e/ou não fazer (não impedir a fiscalização de livros contábeis.

*Direito Tributário

->Ramo do Direito Público.

->Não há autonomia da vontade.

**Em um Estado de Direito - única forma de impor unilateralmente uma obrigação a alguém (vínculo obrigacional=decorre da Lei) é por meio da Lei.

¨Lei = Obrigação

¨Hipótese descrita na lei = fato gerador ( quando ocorrida no mundo dos fatos, ou mundo empírico "baseado apenas na experiêcia", a lei incide, tornando o fato do mundo real um fato jurídico) ou hipótese de incidência.

Evento ou situação ocorrida no mundo real (fato cuja ocorrência gerou a obrigação) = fato gerador concreto.

OBS.: Vínculo entre sujeito passivo e sujeito ativo que decorre da Lei, estabelece uma hipótese de incidência e quando ocorrido no mundo real o fato descrito abstratamente na norma, imediatamente surge a obrigação Tributária. Este fato chama-se Subsunção.

Proxima aula de Contabilidade!!

Será realizado um exercício valendo ponto, como modelo de prova:

*Balanço Patrimonial (Plano de Contas)

*Agrupamento

*Análise de Balanço

Contabilidade (17-03-08)



















Despesas
X Custos

-Administrativas produção
-Comerciais
-Financeira

Contabilidade (17-03-08)


Correção do Exercício de Estatística (17-03-08)


domingo, 16 de março de 2008

Contabilidade (2º trabalho para P2)

Entregar em folha digitada um gráfico com (Ativo circulante, Ativo Realizável a longo Prazo, Ativo permanente, Passivo Circulante, Passivo Realizável a longo Prazo, Patrimônio Líquido), de acordo com os valores do gráfico anterior, não esquecendo de colocar a porcentagem.
Para: segunda, próxima aula (17-02-08)

Contabilidade (Porcentagem)


Contabilidade (10-03-08)













Ativo circulante -> Bens e Direitos (B+D) : CAIXA; PRODUTOS/ESTOQUE; BANCO (CONTA CORRENTE).

Ativo Realizável a longo Prazo-> Direitos : > 1 ano.

Ativo Permanente -> Bens

Passivo Circulante -> Obrigações

Passivo Exigível a longo Prazo -> Obrigações : > 1 ano

Contabilidade (03-03-08)






















Elenco de contas simplificado: contas patrimoniais
OBS.: Prazo

- curto: 01---------------30 dias -> do período corrente
- médio: > 30 dias <>

- longo: > 12 meses ou mudanças de exercício (mudança de ano: dez/08 para jan/09)

Contabilidade ( 1º trabalho de P2 - dia 25-02-08) visto no caderno


Contabilidade (25-02-08)

1)Elaborar o balanço patrimonial classificando as contas por grupo e apresentar o resultado líquido da empresa.


clientes..................................................4300
Aplicação 18 meses...............................5500
Máquinas..............................................8700
Fornecedores........................................8000
Reserva de Lucros................................5500
Caixa.....................................................6000
Empréstimo..........................................6500
Estoque matéria prima.......................900
Veículos................................................10000
Salários.................................................11000
Promissórias a pagar...........................1300
Banco.....................................................12000
Equipamentos.......................................6900
Crédito ICMS........................................1100
Duplicatas a pagar...............................5400
Encargos Sociais..................................2400
ICMS a pagar.......................................4500
Móveis..................................................2000
Duplicata a receber.............................2100
IPI a pagar...........................................6700
Aluguel.................................................6900
Promissórias a receber.......................3800
Água.....................................................900
Energia................................................3400
Telefone...............................................2700
Estoque de produtos..........................6700
ISS a pagar.........................................2300

Bens +Direitos > = + lucro
- Obrigações < = - prejuízo
____________
P. Líquido

Contabilidade (18-02-08)

Registro -> "coleta de dados"
Organizar -> "classificação"
Escrituração -> "B.P/D.R.E"
Analisar -> "conclusões/estrategias/tomada de decisão"
Auditar

estratégico = planejamento

_________________________________

Tático (gerencia/chefia) = controle coord.

_________________________________________

operacional = produção = MOP

_______________________________________________

*Variáveis controláveis (aluguel, pessoas...)

*Variáveis incontroláveis (taxas, política...)

sábado, 15 de março de 2008

TGA (1º trabalho para P2)

*Escolher uma empresa, caracterizando-a (criação de um produto).
Entregar: dia 28 de março de 2008
Valor: 2,00
Grupo: até cinco alunos
Apresentação: Oral e escrita.

TGA (07-03-08)

Sistema
Um sistema é um conjunto de elementos.
Dinamicamente relacionado (formando uma rede de comunicação).
Que desenvolvem uma atividade.
Para atingir um objetivo ou propósito.
Operando dados/energia/matéria (que são os insumos ou entradas de recursos para o sistema operar).
Colhidos do meio ambiente que circunda o sistema.
Em dada referência de tempo.
Para fornecer informações/energia/matéria (que são os produtos ou resultados da atividade do sistema).
*Ambiente operacional - clientes/fornecedores/concorrentes/grupos regulamentadores.
*Ambiente geral (variáveis) - tecnológicas/econômicas/sociais/legais/políticas/demográficas/meio ambiente.

TGA (22-02-08)

Funções Administrativas
-> Planejamento
-> Organização
-> Execução
-> Controle/Avaliação (conhecimento)
É através da avaliação que adquirimos conhecimento.
Áreas Administrativas
Marketing:
Imagem
Aceitação
Propaganda/Comunicação
Fixação
Identificação das necessidades do cliente
Disponibilização
Finanças: Capitação de recursos financeiros
Compras/Custos/Contas
Pagamentos/Créditos
Vendas
Juros
Pessoas: Motivação
Qualificação
Produção/Serviços: Supervisão
Insumos básicos
Organização
Necessidades Organizacionais
*Marketing:
-> Informações
-> Pesquisa
°°concorrência
°°necessidades dos clientes
°°fornecedores
*Pessoas
-> Mão de Obra
°°direta
°°terceirizada
°°consultoria
*Finanças
-> Recursos Financeiros
°°empréstimo
°°financiamento
°°capital próprio
°°contas a receber
°°vendas
*Produção
-> Serviços
°°tecnologia
°°maquinário
°°equipamentos
°°utensílios
°°ferramentas
Inovar: é a capacidade de dar corpo a idéia.

TGA (29-02-08)

Sistema
É um conjunto de partes que são interdependentes e interagentes para alcançar um objetivo.
Elementos do Sistema

---------------------------------- Objetivo --------------------------------------

Importação empresa exportação

Entrada -> Processamento -> Saída

controle/avaliação

Insumos resultados

Retroalimentação
-------------------------------------------------------------------------------------

TGA (15-02-08)

Ciclo Organizacional

-> Planejar (prever) -> organizar -> executar (recursos) -> controle ->
Plano
-> estratégia (caminho)
-> alvo/objetivo
-> metas (o que/quando)
-> equipe
-> recursos
Recursos
-> financeiros
-> pessoas
-> marketing
-> produção/prestação de serviços
Organizar
-> estrutura
-> ordem
-> arrumar
-> regras
-> normas
-> procedimentos
-> padronização
Controle
-> avaliação
-> corrigir
Organização = Instituição
-> Um planejamento de um grupo com objetivos em comum. Tendo normas; cargos; dividindo tarefas; com prazo determinado.
Ambiente Geral
-> Cultura/ética
-> ambiental
-> política
-> sociais
-> legislação
-> economia
-> demográfica
-> tecnologia/tempo
Ambiente Operacional
-> concorrência
-> fornecedores
-> grupos regulamentadores
-> sociedade consumidora/cliente/usuário

sexta-feira, 14 de março de 2008

Fotos IV






Fotos III






Fotos II






Fotos da turma






Comunicação Empresarial (13-03-08)

Questões Relações
Quem? -> EU -> comunicador/ papel do emissor
Diz o que? -> significantes/significados
A quem? -> receptor/o papel que ele representa
Através de que meio? -> ...

Com que finalidade? -> para atingir os objetivos organizacionais (1ºprevenir distorções, 2º prevenir mal entendido)

Cuidados na Comunicação:

1) Quem: na comunicação devemos precizar, inicialmente, quem toma a iniciativa da comunicação.

EX.: Se esse quem, ocorrer dentro de casa (emissor) poderá ser: pai, mãe, filho...

2) Diz o que? : se cada pessoa pensasse antes no que vai comunicar, reduziria a 50% as suas comunicações.

3) A quem? : a forma da comunicação humana deve ser condicionada pelo receptor.

4) Através de que meio: telefone, carta, TV...

5) Com que finalidade: a finalidade da comunicação humana deve ser evidente, prevenindo modificações e se esmerando em clareza e objetividade.







Comunicação Empresarial (06-03-08)

A Cibernética e a Comunicação

Conceito de cibernética: é a ciência da comunicação e do controle, seja do animal (seres vivos), ou seja na máquina.

A comunicação é que torna os sistemas integrados e coerentes.

Sistema: conjunto de elementos que interagem entre si, que buscam alcançar um determinado objetivo.

Campo de Atuação da Cibernética

São os sistemas fazendo a comunicação fluir livremente por todos os elementos que o compõe.

Quanto a complexidade os sistemas podem ser:

1) complexos simples (porém dinâmicos)

2) complexos descritivos (altamente elaborados)

3) excessivamente complexo.

Sistemas quanto a diferença entre si:

1) Sistema Determinístico

2) Sistema Probabilístico

Sistemas simples, complexos e hiper complexos:

Determinístico:

*simples: jogo de bilhar (previsão de certeza)

*complexo: computador (houve planejamento, poucas pessoas)

*hiper complexo: sistema solar

Probabilístico:

*simples: jogo de dados (incerteza)

*complexo: mercado de capitais

*hiper complexo: cérebro

ENTRADAS -> PROCESSAMENTO -> SAÍDAS

rec.fin. produtos, serviços

rec.hum. e saúde.

rec.mat.

rec.patrimoniais

rec.tecnológicos

A Hierarquia dos Sistemas

Sistemas fechados: seres vivoc, sistemas dinâmicos simples (relógio)

Sistema aberto: sistema sociocultural (escolas públicas)

Comunicação Empresarial (1º trabalho para a P2)

O Testamento

Um homem rico estava muito mal. Embora tivesse consciência de seu estado, nunca havia tomado a iniciativa de preparar seu testamento. No entanto, sentindo-se mal e percebendo avizinhar-se a hora da morte, pegou papel e caneta escrevendo o seguinte texto:
"Deixo meus bens a minha irmã não a meu sobrinho jamais será paga a conta do padeiro nada dou aos pobres"
Morreu antes de fazer a pontuação. A quem o moribundo deixou a fortuna?


1) Quantos eram os concorrentes?

2) Quem levou a fortuna?

3) Escreva na óptica de cada concorrente o seu entendimento.

Comunicação Empresarial (28-02-08)

Os elementos da Comunicação
1) Emissor: origem da comunicação -> é o indivíduo que tem a prerrogativa (liberdade) de escolher o canal e o tipo de linguagem a ser utilizada.

2) Receptor: destino da mensagem -> é o indivíduo que deve ter suas características e limitações levadas em consideração durante a preparação do ato comunicativo.

3) Mensagem -> conteúdo que se pretende comunicar; é aquilo que a empresa quer que você faça.

4) Canal -> meio utilizado para transmitir a mensagem.

5) Feedback -> momento em que digo ao emissor que compreendi a mensagem; é a reação do receptor ao ato comunicativo.

6) Ruído -> qualquer interferencia ou barreira que dificulte o ato comunicativo.

7) Contexto -> momento de percepção.

8) Codificação/Decodificação -> escrevo/leio

Processo de Comunicação

emissor->codificar a mensagem(linguagem)->canal->decodificá-la->receptor->feedback.

Comunicação Empresarial (21-02-08)

Comunicação:


Definição: é um grande detalhamento do conceito.
experiência -> teoria ->conceito -> *princípio -> lei
*Pode ser mudado, adaptado.

Conceito: conhecimento não completamente aceito.

->Comunicar é colocar em comum.

-> Comunicar é projetar-se no outro.

-> Comunicar é buscar explicações para as questões fundamentais da vida.

-> Até mesmo Deus, que tudo pode em si mesmo, não quis fugir a este processo: negou-se a si mesmo, fazendo-se outro no homem Jesus para comunicar-se conosco (Padre Zezinho)

Processo: comunicar o ocorrido (informações); juntada de informações.


Exercício de Microeconomia I (06-03-08)

1) Suponha que a carne de vaca de frango são bens substitutos e que custa o mesmo valor, quer dizer, R$3,00 e que determinado momento a carne de vaca aumentou de R$3,00 para R$5,00. O que vai acontecer com a carne de frango? Explique graficamente, demonstrando o deslocamento da curva de demanda.
2) Um determinado consumidor de cerveja, tem dois tipos de cerveja a sua disposição, a cerveja A e a cerveja B, tendo em vista, que o preço das duas custam o mesmo valor R$2,00. O que acontecerá se a cerveja A diminuir o valor de R$2,00 para R$ 1,50? Explique graficamente, demosntrando o deslocamento da curva de demanda.
3) Tendo em vista, dois bens complementares, pão e manteiga, sendo que o pão custa R$0,20 e a manteiga custa R$3,00. Vamos imaginar que o Governo determinou que o preço do trigo tivesse um acréscimo, com isso, o preço do pão seria aumentado de R$0,20 para R$0,80. O que aconteceria com a manteiga? Explique graficamente, demonstrando o deslocamento da curva de demanda.
4) O Governo pensou, e viu que não podia dar um acréscimo no trigo, logo, resolveu baixar o preço do trigo, com isso, ao invés do pão ficar no valor antigo de R$0,20 cairia para R$0,10 e o preço da manteiga continuará o mesmo R$3,00. Agora o que acontecerá com a manteiga? Explique graficamente, demonstrando o deslocamento da curva de demanda.
5) Demonstre graficamente o deslocamento da curva de demanda, quando a renda aumenta de R$500,00 para R$1.000,00, o que acontecerá com os bens normais? E os bens inferiores?
6) Suponha que uma determinada indústria, produz bens de consumo para sociedade, e que teve uma notícia sobre o preço do insumo (matéria-prima) que teria um decréscimo no valor. Esse valor que era de R$10,00 vai passar a custar R$5,00. O que acontecerá com a curva de oferta? Demonstre o deslocamento dessa curva e explique o motivo.
7) Suponha que uma determinada indústria, produz bens de consumo para sociedade, e que teve uma notícia sobre o preço do insumo (matéria-prima) que teria um acréscimo no valor. Esse valor que era de R$10,00 vai passar a custar R$15,00. O que acontecerá com a curva de oferta? Demonstre o deslocamento dessa curva e explique o motivo.

Microeconomia (13-03-08)

Já vimos que a demanda por uma mercadoria depende de seu preço, bem como da renda do consumidor e dos preços de outras mercadorias.
Elasticidade
Conceito -> é a alteração percentual em uma variável, dada uma variação percentual em outra, coeteris paribus.
Sinônimo de sensibilidade, resposta, reação de uma variável, em face de mudanças em outras variáveis.
Elasticidade Preço da Demanda: variação percentual na quantidade demandada, dada a variação percentual no preço do bem, coeteris paribus.
Demanda infinitamente elástica
Situação de mercado em que os consumidores vão adquirir a quantidade que puderem de certo bem a determinado preço; a qualquer preço mais alto do que esse a demanda cai para zero, a qualquer preço mais baixo a demanda aumenta ilimitadamente.
Demanda completamente elástica
Situação de mercado em que os consumidores, desejam comprar determinada quantidade de um bem, independente do preço.

Microeconomia (14-02-08)

Por que estudar a Microeconimia?
* Análise de mercado.
* Tomada de decisões estratégicas.
* Produzir um produto que atenda as necessidades do consumidor ao preço que ele pode pagar.
* Aceitação do consumidor e demanda.
* Custos de produção.
* Estratégia de preços.
Coeteris Paribus
-> É uma expressão latina que significa tudo o mais CONSTANTE.
-> Como a microeconomia parcial, para se analisar um mercado isoladamente supõe-se todos os demais mercados constantes.

quinta-feira, 13 de março de 2008

Microeconomia (Capítulo I)

Curso – Administração de Empresas
Introdução à Microeconomia
Capítulo I


Fundamentos da microeconomia
 Microeconomia: é o ramo da economia que trata do
comportamento das unidades econômicas individuais
(consumidores, empresas, trabalhadores e investidores),
assim como dos mercados formados por essas unidades.
 Macroeconomia: é o ramo da economia que trata das
variáveis econômicas agregadas, como o nível e a taxa de
crescimento do produto nacional, a taxa de juros, o nível de
desemprego e a inflação.
 Os Temas da Microeconomia: consumidores, trabalhadores
e empresas. A escassez de recursos e os desejos ilimitados.
 O que é um mercado? um grupo de compradores e
vendedores que, por meio de suas interações efetivas ou
potenciais, determinam o preço de um produto ou de um
conjunto de produtos.


Por que estudar Microeconomia?
 Analise de mercado;
 Tomada de decisões estratégicas;
 Produzir um produto que atenda as
necessidades do consumidor ao preço que ele
pode pagar;
 Aceitação do consumidor e demanda;
 Custos de produção;
 Estratégia de preços;


Assuntos Preliminares
 A Microeconomia lida com:
Comportamento de unidades individuais
 No Consumo
Como escolher o quê comprar
 Na produção
Como escolher o quê produzir
Mercados: A interação entre consumidores e
produtores
A Microeconomia é a base da análise
macroeconômica.


Os Temas da Microeconomia
 De acordo com Mick Jagger* dos Rolling
Stones
“Não se pode ter sempre o que se quer ”
 Por que não?
Recursos limitados
 Alocação de recursos escassos e escolhas
entre situações alternativas
*Formado em economia pela London School of Economics


Coeteris Paribus:
 Condição Coeteris Paribus:
É uma expressão latina que significa tudo
o mais constante.
Como a microeconomia parcial, para se
analisar um mercado isoladamente supõe-se
todos os demais mercados constantes.


Por que estudar microeconomia?
 Os conceitos da microeconomia são
usados por todos para ajudar em suas
escolhas como consumidores e
produtores.


Por que estudar microeconomia?
 Dois exemplos
A Ford e o desenvolvimento de seus veículos
utilitários esportivos
Formulação de políticas públicas
 Padrões para emissão de poluentes pelos
automóveis no século XXI


Por que estudar microeconomia?
 A Ford e o desenvolvimento de seus veículos
utilitários esportivos
Questões
 Aceitação do consumidor e demanda
 Custos de produção
 Estratégia de preços


Por que estudar microeconomia?
 A Ford e o desenvolvimento de seus veículos
utilitários esportivos
Questões
 Análise de riscos
 Decisões organizacionais
 Regulamentação governamental


Por que estudar microeconomia?
 Padrões para emissão de poluentes de
automóveis no século XXI
Questões
 Impacto sobre os consumidores
 Impacto sobre os produtores
 Como efetivar os padrões
 Quais os benefícios e os custos?


Resumo
 A microeconomia trata das decisões
tomadas por pequenas unidades
econômicas.
 A microeconomia está fortemente
baseada no uso de teorias e modelos.


Resumo
 Um mercado diz respeito a um conjunto
de compradores e vendedores que
interagem e à possibilidade de compras e
vendas resultantes dessa interação.


Resumo
 O preço de mercado é estabelecido pela
interação de compradores e vendedores.
 Devem-se definir as fronteiras geográficas
e o leque de produtos de um mercado.

Microeconomia

POR QUE ESTUDAR MICROECONOMIA?
Acreditamos que, após a leitura deste texto, você não terá dúvidas sobre a importância e a ampla
aplicabilidade da microeconomia. Na realidade, um de nossos maiores objetivos é mostrar a você como aplicar
princípios microeconômicos aos problemas reais de tomada de decisão. No entanto, um pouco de motivação
extra no início de algo não faz mal a ninguém. Aqui estão dois exemplos que apresentam o uso prático da
microeconomia.
A TOMADA DE DECISÕES NAS EMPRESAS: OS VEÍCULOS UTILITÁRIOS DA FORD
Em 1991, a Ford Motor Company lançou o Explorer, que veio a se tornar o veículo utilitário mais vendido nos
Estados Unidos. Depois, em 1997, a Ford lançou o Expedition - um utilitário com design aiais moderno,
maior e mais espaçoso. Esse carro também teve um enorme sucesso e contribuiu de inodo significativo
para os lucros da Ford. O sucesso desses produtos levou a empresa a lançar, em 1999, um utilitário ainda
maior e mais pesado - o Excursion. Em 2002, a Ford oferecia seis modelos de utilitários e manufaturava
mais meia dúzia por meio de suas subsidiárias Volvo, Mazda, Mercury, Lincoln e Land Rover. A eficiência
na produção desses veículos, assim como o design, envolveu não apenas avanços significativos de
engenharia, mas também vários aspectos econômicos.
Em primeiro lugar, a Ford teve de pensar cuidadosamente na reação do público ao design e ao de-sempenho
de seus novos produtos. Qual seria a demanda inicial, com que rapidez cresceria e como estaria relacionada
ao preço cobrado pela Ford? Saber as preferências do consumidor e suas opções, além; prever a demanda e
sua relação com o preço, era essencial para a Ford, assim como seria para qualquer outro fabricante.
(Discutiremos isso na teoria do consumidor).
Posteriormente, a Ford precisou preocupar-se com o custo da fabricação desses automóveis. De quanto seria
e como dependeria do número de automóveis produzidos anualmente pela empresa? De que maneira as
negociações com os sindicatos ou o preço do aço e outras materias-primas poderiam afetar os custos? Em
quanto e com que rapidez seriam reduzidos os custos à medida que administradores e funcionário s
ganhassem experiência no processo produtivo? E, para maximizar lucros, quantos automóveis a Ford deveria
planejar produzir a cada ano? (Abordaremos a produção e o custo na teoria das firmas).
A Ford também teve de elaborar uma estratégia de fixação de preços e levar em consideração a reação de
seus concorrentes a ela. Por exemplo, a Ford deveria cobrar um preço menor pela versão básica do
Explorer e preços mais altos por itens opcionais, como bancos de couro? Ou seria mais lucrativo tornar
'padrão' tais itens opcionais, cobrando um preço mais alto pelo pacote completo? Quaisquer que fossem as
escolhas da Ford, como seria a provável reação de seus concorrentes? A Daimler-Chrysler poderia tentar tirar
o mercado da Ford, estabelecendo preços mais baixos para seu veículo utilitário Grand Cherokee? A Ford
seria capaz de desencorajar a DaimlerChrysler ou a GM a baixar os preços, ameaçando responder com uma
redução de seus próprios preços?
Como a produção de seus veículos utilitários exigiu grandes investimentos em novos equipar;;: tos, a Ford
teve de considerar os riscos e as possíveis consequências de suas decisões. Parte desse risco se devia à
incerteza a respeito do futuro preço da gasolina (aumentos no preço da gasolina desestimulariam a demanda
por automóveis de maior consumo). Uma outra parte desse risco devia-se à incerteza sobre o salário que a
Ford teria de pagar a seus funcionários. O que ocorreria caso os preços do pétroleo duplicassem ou
triplicassem, ou caso o governo viesse a impor um imposto alto sobre a gasolina. Qual poder de negociação
os sindicatos teriam, e como isso poderia afetar os níveis salariais? Como a Ford deveria levar em
consideração tais incertezas ao tomar decisões sobre investimentos?
A Ford também precisou levar em consideração os problemas organizacionais, pois ela é uma empresa
integrada na qual divisões distintas produzem motores e peças e, depois, fazem a montagem final dos
automóveis. Como deveriam ser gratificados os gerentes de divisões diferentes? Qual preço deveria ser
cobrado da divisão de montagem pelos motores recebidos de uma outra divisão? Todas as peças teriam de
ser obtidas de divisões da empresa ou algumas delas poderiam ser adquiridas de fornecedores externos?
Por fim, a Ford teve de ponderar sobre suas relações com o governo e sobre os efeitos de polítcas
regulamentadoras. Por exemplo, todos os carros da Ford deveriam satisfazer os padrões federais de emissão
de poluentes e as operações da linha de produção precisariam satisfazer as normas de saúde e segurança. De
que maneira tais normas e padrões poderiam ser modificados ao longo do tempo? Como eles afetariam os
custos e os lucros da empresa?
ELABORAÇÃO DE POLÍTICAS PÚBLICAS: PADRÕES PARA EMISSÃO DE POLUENTES
PELOS AUTOMÓVEIS PARA O SÉCULO XXI
Em 1970, a legislação norte-americana de controle de qualidade do ar (Clean Air Act) impôs padrões
rigorosos para a emissão de poluentes por automóveis novos. Tais padrões tornaram-se cada vez mais
restritivos - em 1999, os níveis de óxidos de nitrogénio, hidrocarbonetos e monóxido de carbono emitidos
por automóveis tinham sido reduzidos em aproximadamente 90%, em relação a 1970. Agora tendo em vista
que o número de carros nas ruas continua a aumentar, o governo norte-americano precisa pensar em quão
restritivos devem ser esses padrões nos próximos anos.
A elaboração de um programa como o Clean Air Act envolve uma cuidadosa análise dos efeitos da emissão
de poluentes pelos automóveis sobre o meio ambiente e a saúde. Mas também exige muita análise
econômica. Em primeiro lugar, o governo precisa avaliar o impacto econômico do programa sobre os
consumidores. Os padrões de emissão afetam tanto o custo da aquisição de um automóvel (seriam
necessários catalisadores, o que aumentaria o preço dos veículos) quanto seu custo operacional (o consumo
de combustível seria mais baixo, mas os catalisadores necessitariam de manutenção e reparos). Tendo em
vista que os consumidores arcam com grande parte desse custo adicional, é importante saber como isso afeta
seu padrão de vida. Isso requer uma análise teoria do consumidor. Por exemplo, será que os consumidores
usariam menos o carro e gastariam uma parcela maior de sua renda em outras mercadorias? Em caso
afirmativo eles manteriam um padrão de vida satisfatório?
Para responder a essas questões, o governo necessita determinar como os padrões exigido afetariam o custo
da produção de automóveis. Será que os fabricantes poderiam minimizar o aumento dos custos ao utilizar
outros materiais na produção de automóveis? Então o governo precisa saber como as modificações nos custos
de produção poderiam afetar o nível de produção e os preços dos novos automóveis. Os custos
adicionais seriam absorvidos ou repassados para os consumidores na forma de preços mais altos?
Por fim, o governo precisa perguntar por que os problemas relacionados à poluição do ar não se resolvem
por meio da economia de mercado. A resposta é que a maior parte do custo da poluição do ar não compete à
empresa. Se as empresas não acreditam que seja de seu próprio interesse tratar adequadamente as emissões
de poluentes pelos automóveis, qual a forma mais apropriada de modificar os incentivos, de tal modo que elas
venham a fazê-lo? Deveriam ser estabelecidos padrões ou seria mais econômico impor taxas pela poluição do
ar? Como decidir quais pessoas deveriam pagar pela despoluição, se não existe um mercado explícito para o
ar puro? O governo terá condições de resolver esses problemas? A questão final seria saber se um programa
de controle de emissão de poluentes pelos automóveis seria adequado com base numa análise de custobenefício.
Os benefícios que o ar despoluído proporcionaria em termos estéticos e de saúde, entre outros,
valem a elevação do custo dos automóveis?

RESUMO
1. A microeconomia trata das decisões tomadas por unidades econômicas individuais - consumidores,
trabalhadores, investidores, proprietários de recursos e empresas. Ela trata também da interação entre
consumidores e empresas para formar os mercados e os setores.
2. A microeconomia apóia-se bastante no uso da teoria, que (por meio de simplificações) pode ajudar a
explicar como as unidades econômicas se comportam e a prever qual comportamento ocorrerá no futuro.
Os modelos são representações matemáticas da teoria e podem auxiliar nos processos de explicação e
previsão.
3. A microeconomia trata de questões positivas relacionadas à explicação e à previsão dos fenômenos.
Porém, a microeconomia também é importante devido à análise normativa, na qual perguntamos
quais são as melhores escolhas - para a empresa ou para toda a sociedade. Frequentemente, as análises
normativas devem ser combinadas com juízos individuais de valor, pelo fato de que poderão estar
envolvidos aspectos de equidade e justiça, bem como de eficiência econômica.
4. O termo mercado diz respeito ao conjunto de compradores e vendedores que interagem, assim como às
vendas e compras que podem resultar dessas interações. A microeconomia envolve o estudo tanto dos
mercados competitivos, nos quais nenhum comprador ou vendedor tem individualmente influência no
preço, como dos mercados não competitivos, nos quais as entidades individuais podem afetar o preço.
5. O preço de mercado é determinado pela interação entre compradores e vendedores. Em mercados
completamente competitivos, um único preço geralmente prevalece. Em mercados que não sejam
completamente competitivos, diferentes vendedores podem cobrar diferentes preços. Nesse caso, o preço
de mercado será o preço médio predominante.
6. Ao discutirmos determinado mercado, devemos ser claros a respeito de sua extensão tanto em termos de
limites geográficos como em termos da gama de produtos que nele são vendidos. Alguns mercados (por
exemplo, imobiliário) são muito locais, ao passo que outros (por exemplo, de ouro) são mundiais.
7. Para dar conta dos efeitos da inflação, comparamos preços reais (ou preços em moeda constante) em vez
de preços nominais (ou preços em moeda corrente). Os preços reais são calculados por meio de um índice
agregado de preços, como o IPC, para a correção monetária.

Legislação Tributária (trabalho)

Perguntas:

1) Porque Direito Tributário é um ramo do Direito Público?

2) As relações Jurídicas tributárias tem como objeto uma prestação de dar tida como obrigação principal. Justifique.

3) A quem cabe editar Leis Tributárias?

4) Qual a diferença entre Tributo e Multa Tributária?

5) A quem pertence o Tributo arrecadado pelo Estado?

Legislação Tributária (11-03-08)

Direito Tributário

->Poder de editar [competência tributária (União, Estados, Distrito Federal e Municípios)] as leis que decorrem a obrigação tributário = Constituição Federal


Conceito de Tributo

Art. 3º CTN -> Tributo é toda prestação pecuniária em moeda, ou cujo valor nela se possa exprimir, que não constitua sanção de ato ilícito, instituida em lei e cobrada mediante atividade Administrativa plenamente vinculada.

Análise:

1) Tributo é prestação pecuniária.
-> $
-> obrigação mais importante = dar dinheiro

OBS.: a multa tributária também é uma obrigação principal não é tributo.

2) Prestação Compulsória
-> Supremacia do Interesse Público
-> Imposta Unilateralmente

3) Prestação em moeda ou cujo valor nela se possa exprimir -> prestação pecuniária

-> entrega de bens (dação em pagamento = entrega do imóvel em decorrência da dívida de IPTU).
-> Através de indexadores. EX.: UFIR (unidade de referência fiscal/extinta em decorrência do § 3º do art. 29 da Medida Provisória nº 2095-76)
-> Autorização de pagar tributo com títulos da dívida pública. Único exemplo: pagar 50% ITR (Imposto Territorial Rural) com títulos da dívida agrária (TDA).

4) Tributo não é sanção (elemento que diferencia multa tributaria de tributo) de ato ilícito.

*Multa Tributária:
-> prestação pecuniária compulsória
-> instituída em lei
-> cobrada mediante atividade vinculada
diferente de ato ilícito -> única diferença do tributo

5) Tributo é prestação instituída em lei -> só a lei obriga alguém a alguma coisa.

6) Tributo é cobrado mediante atividade vinculada

-> a lei não dá margem de liberdade ao agente da administração tributária a respeito de cobrar tributo.
-> ocorrendo um fato gerador = cobrar tributo
-> o agente administrador não julga a conveniência e nem a oportunidade do tributo. Apenas Cobra!

OBS.: Tributo
-> pertence ao povo
-> coisa pública
-> não pertence ao agente público, nem à Administração

OBS.: Em decorrência ao princípio da Indisponibilidade do interesse público, nada resta ao agente a não ser exigir o tributo, sem possibilidade de, por iniciativa própria deixar de faze-lo, sob pena de responsabilidade funcional.

quarta-feira, 12 de março de 2008

Legislação Tributária (04-03-08)

Princípios da Administração Pública

Princípio -> preceito ou regra

Instrumento essencial na interpretação e aplicação do Direito.

Princípios Constitucionais
-> Funciona como búsola para toda legislação infraconstitucional, influenciando inclusive nas normas fundamentais.

Postulados fundamentais que inspiram todo o modo de agir da Administração Pública.

O Direito Administrativo também é regido por vários princípios.

Art.37 caput da CF/88 -> Administração Pública direta e indireta de quaisquer um dos poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e Municípios obedecerá aos princípios da Legalidade, Impessoalidade, Moralidade, Publicidade e Eficiência.

Princípio da Legalidade
-> Ao Administrador somente é dado realizar o que estiver previsto em Lei.

Princípio da Impessoalidade
-> Exige que a atuação do Administrador Público seja voltada ao atendimento impessoal e geral. Sua atuação deve ser impessoal e genérica, visando a satisfação do interesse coletivo.

Princípio da Moralidade
-> Estabelece a necessidade de toda atividade Administrativa atender a um só tempo a lei, a moral e a eqüidade, em suma, aos deveres da boa e honesta Administração.

Princípio da Publicidade
-> Faz com que sejam obrigatórios a vinculação e o fornecimento de informações de todos os atos praticados pela Administração Pública.

Princípio da Eficiência
-> Impõe a necessidade de adoção pelo Administrador de critérios técnicos e profissionais que assegurem o melhor resultado possível.

Princípio da Supremacia do Interesse Público
-> No confronto entre o interesse do particular e o interesse público prevalecerá o segundo.

Princípio da Autotutela
-> A Administração Pública tem o poder de rever seus próprios atos, seja para revoga-los, quando incovenientes, ou seja, para anula-los quando ilegais.

Princípio da Proporcionalidade
-> Impõe a Administração Pública a permanente adequação entre os meios e os fins, banindo-se medidas abusivas, com intensidade superior ao estritamente necessário.

Legislação Tributária (19-02-08)

Noções Introdutórias
Direito Tributário como ramo do Direito Público


Direito -> Uno; Indivisível

1º classificação : Público
Privado

*Direito Tributário = Direito Público

a) Direito Público
-> Estado = Supremacia
-> Desigualdade Jurídica
-> Princípio da Supremacia do Interesse Público
-> Verticalidade
-> Direito Tributário = obrigação de pagar tributo/compulsoriedade.

b) Direito Privado
-> Situação de igualdade jurídica
-> Horizontalidade
-> Princípio da Autonomia da vontade e da liberdade negocial.

OBS.: Direito Tributário é um ramo do Direito Público que regula as relações concernentes a Instituição e exigencia de tributos e outras obrigações a eles relacionadas, com fim de assegurar ao Estado a obtenção de recursos necessários à consecução dos fins que o ordenamento jurídico lhe empõe.

2ºClassificação:

Direito: Real
Pessoal

a) Direito Real
-> Paradígma = Direito de Propriedade
-> Sujeito Ativo = proprietário (titular do direito de propriedade).
-> Sujeito Passivo = Coletividade (respeito a propriedade alheia).

* a oponível erga omnes = todos
(Direito imposto para todos)

Legislação Tributária (Lei de Responsabilidade Fiscal)

Lei de Responsabilidade Fiscal
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
No Brasil, a Lei de Responsabilidade Fiscal (Lei Complementar nº 101) é um dispositivo do governo brasileiro que tenta evitar com que prefeitos e governadores endividem as cidades e estados mais do que conseguem arrecadar através de impostos. Tal medida é necessária já que diversos políticos costumavam no final de seus mandatos iniciarem diversas obras de grande porte, procurando se re-eleger.
Tal lei obriga que as finanças sejam apresentadas detalhadamente ao Tribunal de Contas (da União, do Estado ou do Município - caso das capitais de São Paulo e Rio de Janeiro). Tais órgãos podem aprovar as contas ou não. Em caso das contas serem rejeitadas, será instaurada investigação em relação ao Poder Executivo em questão, podendo resultar em multas ou mesmo na proibição de tentar disputar novas eleições.
A lei inova a Contabilidade pública e a execução do Orçamento público à medida que introduz diversos limites de gastos (procedimento conhecido como de Gestão Administrativa), seja para as despesas do exercício (contingenciamento, limitação de empenhos), seja para o grau de endividamento.

Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) entrou em vigor em 4 de maio de 2000, durante o Governo FHC. A LRF provocou uma mudança substancial na maneira como é conduzida a gestão financeira dos três níveis de governo. Tornou-se preciso saber planejar o que deverá ser executado, pois além da execução deve-se controlar os custos envolvidos, cumprindo o programado dentro do custo previsto.
Resumo dos principais pontos da LRF
Disposições preliminares
A Lei Complementar nº 101 (LRF) estabelece normas de finanças públicas voltadas para a responsabilidade na gestão fiscal, com amparo nas normas constitucionais sobre finanças públicas (Capítulo II do Título VI da Constituição).
A responsabilidade na gestão fiscal pressupõe:
ação planejada e transparente;
prevenção de riscos e correção de desvios capazes de afetar o equilíbrio das contas públicas;
cumprimento de metas de resultados entre receitas e despesas;
obediência a limites e condições no que tange a renúncia de receita, geração de despesas com pessoal, da seguridade social e outras, dívidas consolidada e mobiliária, operações de crédito, inclusive por antecipação de receita, concessão de garantia e inscrição em Restos a Pagar.
As disposições da LRF obrigam a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios.

Conceitos importantes
Ente da Federação
a União, cada Estado, o Distrito Federal e cada Município;

Receita corrente líquida
somatório das receitas tributárias, de contribuições, patrimoniais, industriais, agropecuárias, de serviços, transferências correntes e outras receitas também correntes, deduzidos:
na União, os valores transferidos aos Estados e Municípios por determinação constitucional ou legal, e as contribuições para a previdência social do empregador incidente sobre prestação de serviço de terceiros e a contribuição à previdência feita pelo trabalhador e também as contribuições para o PIS (Programa de Integração Social);
nos Estados, as parcelas entregues aos Municípios por determinação constitucional;
na União, nos Estados e nos Municípios, a contribuição dos servidores para o custeio do seu sistema de previdência e assistência social e as receitas provenientes da compensação financeira entre diferentes sistemas de previdência.
A respeito da receita corrente líquida, ela será apurada somando-se as receitas arrecadadas no mês em referência e nos onze anteriores, excluídas as duplicidades.
Lei de Diretrizes Orçamentárias
A lei de diretrizes orçamentárias deverá compreender as metas e prioridades da administração pública, incluindo as despesas de capital para o exercício financeiro subseqüente, e orientar a elaboração da lei orçamentária anual. Também deverá dispor de alterações na legislação tributária e estabelecer a política de aplicação das agências financeiras oficiais de fomento.
Além disso, ela deverá dispor sobre:
equilíbrio entre receitas e despesas;
critérios e forma de limitação de empenho;
normas relativas ao controle de custos e à avaliação dos resultados dos programas financiados com recursos dos orçamentos;
demais condições e exigências para transferências de recursos a entidades públicas e privadas;
O projeto de lei de diretrizes orçamentárias será integrado pelo Anexo de Metas Fiscais, em que serão estabelecidas metas anuais, em valores correntes e constantes, relativas a receitas, despesas, resultados nominal e primário e montante da dívida pública, para o exercício a que se referirem e para os dois seguintes.

Além do Anexo de Metas Fiscais, a lei de diretrizes orçamentárias conterá Anexo de Riscos Fiscais, onde serão avaliados os passivos contingentes e outros riscos capazes de afetar as contas públicas, informando as providências a serem tomadas, caso se concretizem esses riscos.
Lei Orçamentária Anual
O projeto de lei orçamentária anual, elaborado de forma compatível com o plano plurianual, com a lei de diretrizes orçamentárias e com as normas da LRF conterá, em anexo, demonstrativo da compatibilidade da programação dos orçamentos com os objetivos e metas constantes no Anexo de Metas Fiscais e será acompanhado de demonstrativo regionalizado do efeito, sobre as receitas e despesas, decorrentes de incentivos fiscais, bem como das medidas de compensação a renúncias de receita e ao aumento de despesas obrigatórias de caráter continuado;
Conterá também uma reserva de contingência, cuja forma de utilização e montante, definido com base na receita corrente líquida, serão estabelecidos na lei de diretrizes orçamentárias, destinada ao atendimento de passivos contingentes e outros riscos e eventos fiscais imprevistos.
A Lei Orçamentária Anual também conterá todas as despesas relativas à dívida pública, mobiliária ou contratual, e as receitas que as atenderão, bem como o refinanciamento da dívida pública, que constará separadamente na lei orçamentária e nas de crédito adicional.
Ela conterá, ainda, atualização monetária do principal da dívida mobiliária refinanciada que não poderá superar a variação do índice de preços previsto na lei de diretrizes orçamentárias, ou em legislação específica.
Execução Orçamentária e do Cumprimento das Metas
A LRF determina que até trinta dias após a publicação dos orçamentos, nos termos em que dispuser a lei de diretrizes orçamentárias, o Poder Executivo estabelecerá a programação financeira e o cronograma de execução mensal de desembolso.
A LRF determina ainda que os recursos legalmente vinculados a finalidade específica serão utilizados exclusivamente para atender ao objeto de sua vinculação, ainda que em exercício diverso daquele em que ocorrer o ingresso. Isso é uma forma de evitar que verbas com destinação específica, tais como os percentuais constitucionais destinados à saúde e educação sejam empregados em fins diversos.
Caso se verifique, ao final de um bimestre, que a realização da receita poderá não comportar o cumprimento das metas de resultado primário ou nominal estabelecidas no Anexo de Metas Fiscais, os Poderes e o Ministério Público promoverão, por ato próprio e nos montantes necessários, nos trinta dias subseqüentes, limitação de empenho e movimentação financeira, segundo os critérios fixados pela lei de diretrizes orçamentárias.


Receita pública
Previsão e da Arrecadação
É requisito essencial da responsabilidade na gestão fiscal a instituição, previsão e efetiva arrecadação de todos os tributos da competência constitucional do ente da Federação, sendo vedada a realização de transferências voluntárias para o ente que não observe este procedimento, no que se refere aos impostos.
As previsões de receita observarão as normas técnicas e legais, considerando os efeitos das alterações na legislação, da variação do índice de preços, do crescimento econômico ou de qualquer outro fator relevante e serão acompanhadas de demonstrativo de sua evolução nos últimos três anos, da projeção para os dois seguintes àquele a que se referirem, e da metodologia de cálculo e premissas utilizadas.
A LRF determina que o montante previsto para as receitas de operações de crédito não poderá ser superior ao das despesas de capital constantes do projeto de lei orçamentária.
Até trinta dias após a publicação do orçamento, as receitas previstas serão desdobradas, pelo Poder Executivo, em metas bimestrais de arrecadação, com a especificação, em separado, quando cabível, das medidas de combate à evasão e à sonegação, da quantidade e valores de ações ajuizadas para cobrança da dívida ativa, bem como da evolução do montante dos créditos tributários passíveis de cobrança administrativa.
Despesas com Pessoal
A LRF entende como despesa total com pessoal o somatório dos gastos do ente da Federação com os ativos, os inativos e os pensionistas, relativos a mandatos eletivos, cargos, funções ou empregos, civis, militares e de membros de Poder, com quaisquer espécies remuneratórias, tais como vencimentos e vantagens, fixas e variáveis, subsídios, proventos da aposentadoria, reformas e pensões, inclusive adicionais, gratificações, horas extras e vantagens pessoais de qualquer natureza, bem como encargos sociais e contribuições recolhidas pelo ente às entidades de previdência, além dos valores dos contratos de terceirização de mão-de-obra que se referem à substituição de servidores e empregados públicos, os quais serão contabilizados como Outras Despesas de Pessoal.
A despesa total com pessoal é apurada somando-se a realizada no mês em referência com as dos onze imediatamente anteriores, adotando-se o regime de competência.
Os limites da despesa total com pessoal são (em percentual da receita corrente líquida):
União: 50%;
Estados: 60%;
Municípios: 60%.

Na verificação desses limites não serão computadas as despesas:
de indenização por demissão de servidores ou empregados;
relativas a incentivos à demissão voluntária;
derivadas da convocação extraordinária do Congresso Nacional;
decorrentes de decisão judicial e da competência de período anterior ao da apuração;
com pessoal, do Distrito Federal e dos Estados do Amapá e Roraima, custeadas com recursos transferidos pela União;
com inativos, ainda que por intermédio de fundo específico, custeadas por recursos provenientes:
da arrecadação de contribuições dos segurados;
da compensação financeira entre diferentes sistemas de previdência;
demais receitas diretamente arrecadadas por fundo vinculado a tal finalidade, inclusive o produto da alienação de bens, direitos e ativos, bem como seu superávit financeiro.
Além desses limiteas, a LRF estabelece como eles devem ser divididos dentro de cada esfera governamental:
na esfera federal:
2,5% para o Legislativo, incluído o Tribunal de Contas da União;
6% para o Judiciário;
40,9% para o Executivo;
0,6% para o Ministério Público da União;
na esfera estadual:
3% para o Legislativo, incluído o Tribunal de Contas do Estado;
6% para o Judiciário;
49% para o Executivo;
2% para o Ministério Público dos Estados;
na esfera municipal:
6% para o Legislativo, incluído o Tribunal de Contas do Município, quando houver;
54% para o Executivo.
A LRF trata ainda do controle da despesa total com pessoal, estabelecendo que é nulo de pleno direito o ato que provoque aumento da despesa com pessoal e não apresente estimativa do impacto orçamentário-financeiro no exercício em que deva entrar em vigor e nos dois subseqüentes e a declaração do ordenador da despesa de que o aumento tem adequação orçamentária e financeira com a lei orçamentária anual e compatibilidade com o plano plurianual e com a lei de diretrizes orçamentárias e que não atenda às regras para criação de despesa obrigatória de caráter continuado ou ainda, que não atenda ao limite legal de comprometimento aplicado às despesas com pessoal inativo.



Despesas com a Seguridade Social
Segundo a LRF, nenhum benefício ou serviço relativo à seguridade social poderá ser criado, majorado ou estendido sem a indicação da fonte de custeio total, atendidas ainda as exigências para criação de despesa obrigatória de caráter continuado.
Dispensa-se da compensação exigida para criação de despesa de caráter continuado, o aumento de despesa decorrente de:
concessão de benefício a quem satisfaça as condições de habilitação prevista na legislação pertinente;
expansão quantitativa do atendimento e dos serviços prestados;
reajustamento de valor do benefício ou serviço, a fim de preservar o seu valor real.
Referências
CARRASQUEIRA, Simone de Almeida. Investimentos das Empresas Estatais e Endividamento Público. Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2006.
FURTADO, Luiz Roberto Fortes. Um novo conceito em análise de obras públicas com relação à Lei de Responsabilidade Fiscal. Palestra proferida na SEAERJ. Rio de Janeiro, setembro de 2002.
RESTON, Jamil. O Município para Candidatos. 4 ed. Rio de Janeiro, IBAM, 2000.
Lei Complementar nº 101, de 4 de maio de 2000 (Lei de Responsabilidade Fiscal - LRF).

Filme sociologia "A Cidade Perdida"





A Cidade Perdida (Lost City, The, 2005) » Direção: Andy Garcia» Roteiro: G. Cabrera Infante» Gênero: Drama» Origem: Estados Unidos» Duração: 143 minutos» Tipo: Longa» Trailer: clique aqui» Site: clique aqui


» Sinopse: Havana, 1958, é um lugar de prazeres e diversão para muitas pessoas, enquanto outras estão descontentes por viverem sob a ditadura de Fulgencio Batista. Quando as forças revolucionárias de Fidel Castro e Ernesto 'Che' Guevara se preparam para tomar a cidade, Fico Fellove (Andy Garcia) – proprietário de uma elegante casa noturna, El Trópico (inspirada na original Tropicana) – luta para manter sua família unida e o amor de uma mulher (Inês Sastre), sem saber que seu clube irá se tornar mais do que um lugar de diversão popular. Observando tudo, está 'O Escritor' (Bill Murray), um expatriado norte-americano que vê Fico sendo envolvido nesses acontecimentos, enquanto a revolução transforma tudo. Apesar de Fico assistir uma cultura inteira desaparecer e as pessoas mudarem, é o seu amor pela música cubana que manterá sua memória viva.
» Elenco ::.
-
Ator/Atriz
Personagem
-
Andy Garcia
Fico Fellove
-
Inés Sastre
Aurora Fellove
-
Tomas Milian
Don Federico Fellove
-
Richard Bradford
Don Donoso Fellove
-
Nestor Carbonell
Luis Fellove
-
Enrique Murciano
Ricardo Fellove
-
Dominik García-Lorido
Mercedes Fellove
-
Dustin Hoffman
Meyer Lansky
-
Bill Murray
O Escritor
-
Steven Bauer
Capitão Castel
-
Elizabeth Peña
Miliciana Muñoz
-
Juan Fernández
Presidente Fulgencio Batista
-
Jsu Garcia
Ernesto "Che" Guevarra

Sociologia (aula 19-02-08)

Émile Durkheim

-> Consolidação da sociologia como ciência empírica.

->Suas Referências: grandes revoluções filosofia Iluminista; Positivismo; Darwinismo; Racionalismo de Kant e Auguste Comtê.

Durkheim - Ponto chave => Coesão da sociedade => solidariedade social
(organização da sociedade =DST)


Conceito de consciência : comum (coletiva)
individual

Moral => Solidariedade => sistemas
(mecânica +c. comum)
(orgânica +c.individual)


DST -> Dependência de funções entre os membros do grupo, da instituição.

Sistema Capitalista -> Sociedade complexa

Sujeitos Sociais -> Indivíduo

Grupo -> Instituição (organização social)

*Meio -> valores, ritos, hábitos, comportamentos sociais.

*vivencia valores e sentimentos comuns.

A sociedade AGE sobre o Indivíduo.

Mecanismos de controle

Sanções: Restitutórias
Repressivos

Diversos grupos e LEIS.

*Correntes Suicidogêneas => Fato Social => Divide-se em três:

*egoísta = melancolia, depressão, sensação de desamparo.

*altruísta = dever a ser cumprido

*anômico = desregramento social; ausência de referencial (sociedades modernas).

**Estado de ANOMIA => fenomeno social => sociedades em transição

Perda de valores, coesão social => ausência de referencial

Atividades Profissionais => Uma Nova Instituição

(Importância cada vez maior)

->Regulamentação MORAL.

Sociologia nas organizações 12-02-08

Três Clássicos Pensadores: Durkheim/Max Weber/Karl Marx

Principais Conceitos Sociológicos:

* Conduta Social
* Indivíduo
* Organismo Social
* Relação Social
* Grupo Social
* Comunidade
* Objeto de estudo
* Estratificação Social
* Classes Sociais
* Sujeito Social
* Ator Social
* Meio
* Fato Social
* Ação Social
* Padrão
* Fenômeno Social
* Interações Simbólicas
* Representações Sociais
* Contexto
* Cultura